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Moby Dick
Plexus Polaire | Yngvild Aspeli (NO/FR)
Ninguém capta a batalha entre o homem e a natureza como Melville em Moby Dick.
Uma baleia branca, um capitão que conduz o navio para a destruição, as tempestades internas do coração humano.
Moby Dick é a história de uma expedição baleeira, mas é também a história de uma obsessão, uma investigação sobre os mistérios da vida. Citando Melville:
“É a imagem do fantasma inatingível da vida; e esta é a chave de tudo”.
7 atores, 50 marionetas, projeção vídeo e uma baleia de tamanho real, esta é a adaptação visual de Yngvild Aspeli desta obra-prima.
Teatro de Marionetas | M14 | 90min.
(…) É impossível estragar, com uma simples descrição, a experiência do magnífico Moby Dick da companhia franco-norueguesa Plexus Polaire, uma adaptação para marionetas de grande escala do clássico de Herman Melville. (…) Encenado por Yngvild Aspeli, este Moby Dick é grande arte, com 50 marionetas (muitas em tamanho real, outras liliputianas ou gargantuescas), sete atores-marionetistas e três músicos.
New York Times (Laura Collins-Hugues)
“(…) Como é que um espetáculo de marionetas enfrenta o leviatã de Herman Melville em apenas 88 minutos? A resposta: de forma espetacular. (…)
Moby Dick da Plexus Polaire foi uma celebração da arte pura e uma demonstração da magia da marioneta.
A fronteira entre ilusão e realidade torna-se cada vez mais difusa. Sombras ondulantes, acompanhadas do contorno fantasmagórico da cauda de uma baleia, fundem marionetas e projeções e criam uma atmosfera de deslumbramento.”
The Chicago Maroon (Toby Chan)
“Nunca vi nada assim e acho que não voltarei a ver algo semelhante até a Plexus Polaire regressar ao Canadá. A combinação de técnicas cinematográficas, marionetas assombrosas e uma encenação inteligente fez de Moby Dick uma experiência inesquecível, que me vai acompanhar durante muito tempo. É a arte do teatro no seu melhor e, repito, é pura magia.”
Inter Mission (Jessica Watson)
"Este Moby Dick é uma experiência teatral única na vida."
Toronto Star (Aisling Murphy)
"Este espetáculo é, ao mesmo tempo, força, grandiosidade, engenho e talento artístico. Um conto intemporal, um banquete para os sentidos, uma demonstração magistral do que é possível!"
Our Theatre Voice (Geoffrey Coulter)
Yngvild Aspeli, diretora artística da Plexus Polaire, desenvolve um universo visual que dá vida aos sentimentos mais profundos e ocultos. A utilização de marionetas à escala humana está no centro do seu trabalho, mas a interpretação dos atores, a presença da música e o recurso à luz e ao vídeo são elementos igualmente importantes na transmissão da história.
Encenadora, atriz, marionetista e construtora de marionetas, Yngvild Aspeli estudou na École Jacques Lecoq, em Paris (2003-2005), e na ESNAM (École Nationale Supérieure des Arts de la Marionnette), em Charleville-Mézières (2005-2008).
No âmbito da sua companhia franco-norueguesa Plexus Polaire, encenou oito espetáculos: Signals (2011), Opera Opaque (2013), Ashes (2014), Chambre noire (2017), Moby Dick (2020), Dracula Lucy’s Dream (2021), A Doll’s House (2023) e Trust Me for a While (2025).
Atualmente, Yngvild é artista associada do CDN Dijon-Bourgogne, em França. É também diretora artística do Figurteatret i Nordland (Nordland Visual Theatre), em Stamsund, na Noruega.
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Ficha Técnica:
Encenação Yngvild Aspeli
Criado e escrito com os atores e marionetistas Pierre Devérines,
Sarah Lascar, Daniel Collados, Alice Chéné, Viktor Lukawski, Maja Kunsic, Andreu Martinez Costa em alternância com Alexandre Pallu, Vera Rozanova, Yann Claudel, Olmo Hidalgo, Scott Koehler, Laëtitia Labre.
Composição musical e música ao vivo Guro Skumsnes Moe, Ane Marthe Sørlien Holen e Havard Skaset em alternância com Lou Renaud-Bailly, Georgia Wartel Collins e Emil Storløkken Åse
Construção de marionetas Polina Borisova, Yngvild Aspeli, Manon Dublanc, Sebastien Puech, Elise Nicod
Cenografia Elisabeth Holager Lund
Luz Xavier Lescat e Vincent Loubière
Vídeo David Lejard-Ruffet
Figurinos Benjamin Moreau
Som Raphaël Barani
Técnicos de Luz Vincent Loubière ou Morgane Rousseau
Técnicos de Vídeo Hugo Masson, Pierre Hubert ou Emilie Delforce
Técnicos de Som Raphaël Barani, Simon Masson ou Damien Ory
Técnicos de Palco Benjamin Dupuis, Xavier Lescat ou Margot Boche
Assistente de encenação (digressão) Benoît Seguin
Assistente de encenação (criação) Pierre Tual
Dramaturga Pauline Thimonnier
Diretora de Produção e Difusão Claire Costa
Administração Anne-Laure Doucet e Gaedig Bonabesse
Encarregada de Produção e Difusão Noémie Jorez
Coproduções Nordland Teater, Mo I Rana (NO) - Figurteatret i Nordland (Nordland Visual Theatre), Stamsund (NO) - Groupe des 20 Theatres en Ile-de-France (IDF) - Puppet Theatre Ljubljana (SL) - Comédie de Caen CDN (14-FR) - EPCC Bords 2 scènes, Vitry-le-François (51-FR) -TJP CDN Strasbourg- Grand Est (67-FR) - Festival Mondial des théâtres de Marionnettes de Charleville Mézières (08-FR) - Le Manège, Scène Nationale - Reims (51-FR) - Le Théâtre – Scène conventionnée d’Auxerre (89-FR) Le Mouffetard, Théâtre des arts de la Marionnette, Paris (75-FR) - Les 2 Scènes, Scène Nationale de Besançon (25-FR) - MA scène nationale - Pays de Montbéliard (25-FR) - Le Sablier, Ifs (14-FR) - Le Théâtre Jean Arp de Clamart (92-FR), La Maison/Nevers scène conventionnée Art en territoire, Nevers (58-FR) - Théâtre Romain Rolland, scène conventionnée d’intérêt national de Villejuif (94-FR)
- Le Bateau Feu, Scène nationale de Dunkerque (59-FR) - With a support for multilingual diversity by Theatre de Choisy-le-Roi/Scène Conventionnée d’intérêt national art et création pour la diversité linguistique, in co-operation with PANTHEA (FR 94), Teater Innlandet, Hamar (NO), POC, Alfortville (94-FR)
Apoios Kulturrådet / Arts Council Norway (NO), DGCA Ministère de la Culture (FR), DRAC et Région Bourgogne franche Comté (FR), Fond for lyd og bilde (NO), Conseil Général du Val de Marne (FR), Département de l’Yonne (FR), La Nef Manufacture d'utopies, Pantin (93-FR).